Devocional – Quem dizem os homens que Eu Sou? 34/40

EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA

“Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente.”

João 11.25-26

 DIA 34

Fantástico! Que magnífica afirmação de Jesus! “EU SOU”! O que isto realmente implica, ultrapassa a nossa compreensão. No entanto, uma das funções do Espírito Santo é também conceder-nos a graça de “vermos”, de forma mais profunda, o verdadeiro sentido desta afirmação – Jesus “É”! Este entendimento revela-nos que, antes de qualquer coisa ter forma ou existir, Ele “É”! Aliás, foi n’Ele, e por Ele, que tudo foi chamado a existir (João 1.3-4).

Tudo ganhou forma n’Ele!

Não obstante esta esplendorosa afirmação, Ele ainda prossegue declarando SER a RESSURREIÇÃO e a VIDA! Refletir sobre isto cria em nós uma confiança inabalável. Cria em nós, como o apóstolo Paulo dizia, “uma viva esperança”, a qual produz uma segurança inexplicável. As garantias para a eternidade estão implícitas nesta afirmação, basta apenas, e tão-somente, crer verdadeira e genuinamente que Ele, JESUS, “É” a RESSURREIÇÃO e a VIDA.

Não existe Vida fora Dele, Ele é a fonte de todo o tipo de vida! Ressurreição significa o ato de ressurgir, de reaparecer vivo, de tornar a ter vida, e esta é a promessa de Jesus a cada um que Nele verdadeiramente crê. Depois desta afirmação, Jesus ressuscitou Lázaro, mostrando assim que Ele “É”, de fato, quem afirma “SER”. Que prova mais evidente Marta, Maria, os discípulos e todos os que O ouviam precisavam? Morte é a ausência de vida, logo, morte é a ausência de Jesus, de Deus! O Próprio, depois da morte, voltou a reviver e, com isso, trouxe-nos a firme certeza e a garantia de que, por Ele, e n’Ele, podemos descansar e repousar, confiantes quanto à eternidade! A mesma pergunta se coloca a cada um de nós: “Crês, DE VERDADE, tu nisto?”

Carlos Couveiro

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Devocional – Quem dizem os homens que Eu Sou? 33/40

EU SOU O PÃO DA VIDA

“Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome… Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.”

João 6.35, 51

 DIA 33

De sete maneiras diferentes, no evangelho de João, o Senhor Jesus usa uma metáfora para expressar algo acerca do Seu caráter, algo para evidenciar a Sua divindade. No capítulo seis, Ele descreve-se a Si mesmo como o Pão da vida.

O pão é um dos alimentos mais populares, em qualquer país. Em qualquer parte do mundo é possível vermos pessoas nos mercados, padarias, lojas de conveniência, quiosques, etc., à procura de pão, porque é um dos mais antigos e valiosos alimentos.

Jesus veio ao mundo para suprir as nossas mais profundas necessidades, que começam pela própria vida e passam, necessariamente, pelos alimentos.

Não existe vida sem Cristo, Ele dá-nos vida em todas as dimensões. Jesus é, por excelência, o supridor das nossas necessidades, satisfaz-nos completamente.

Nós podemos (e devemos) identificar-nos com Cristo. Quando comemos pão, permitimos que todos os seus elementos nutrientes se associem ao nosso organismo. Quando nos alimentamos, espiritualmente, de Cristo, recebemos o que d?Ele provém. Nós tornamo-nos parte d’Ele!

Os médicos costumam dizer que “a pessoa é aquilo que come”, ou seja, as pessoas que se alimentam mal, vivem mal. O cristão destaca-se no mundo, especialmente por ser bem alimentado no mundo espiritual. E quanto mais nos alimentarmos, mais crescemos.

Cada vez que celebramos a Ceia do Senhor, em comemoração da morte redentora de Jesus, lembramos os Seus sofrimentos, que podem ser, mais ou menos, avaliados, ao pensarmos no penoso processo de fabrico do pão. O pão moído, amassado, triturado e levado ao fogo, torna-se um alimento “vivo” para nós, para o nosso corpo.

A morte de Cristo concede-nos vida. A vida de Cristo sustenta-nos. As palavras de Cristo vivificam-nos.

O que significa Jesus ser o Pão da Vida?

Elisabete Simões

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Devocional – Quem dizem os homens que Eu Sou? 32/40

EU SOU O PÃO DA VIDA

“Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome… Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.”

João 6.35, 51

 DIA 32

Desde cedo, procuramos seguir um plano de vida, muito orientado pela formação e educação que tivemos. Finalizamos a escola, escolhemos um curso, ou uma profissão, e depositamos as nossas esperanças num percurso que pensamos ser linear, sem grandes desvios. No fundo, procuramos um sustento regular na nossa vida, um lugar ao sol. Percebemos rapidamente que esse sustento não é suficiente, é fraco e imperfeito. Surgem inúmeros obstáculos e até “derrapagens”, que nos fazem sair de um caminho orientado por nós. Somos confrontados com a frustração, o desânimo, o negativismo e rapidamente questionamos as nossas escolhas. Pretendemos ficar à tona de água, respirar e ser sustentados, como for possível.

É aí que nos devemos voltar para Deus e, mais do que nunca, procurar a Sua plenitude. O Seu sustento é perfeito e completo, a todos os níveis. Ele mostra o caminho a seguir, basta aceitá-Lo, com total confiança. Aceitas ser sustentado plenamente por Deus?

Marcos Oliveira

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Devocional – Quem dizem os homens que Eu Sou? 31/40

EU SOU O PÃO DA VIDA

“Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome… Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.”

João 6.35, 51

 DIA 31

O pão é o básico que precisamos para viver. Tal como o corpo não vive sem o seu pão, a alma também não vive sem o seu pão. Se não dermos pão ao corpo a fome vem, de forma clara, e tudo fazemos para encontrar o pão deste mundo, que se paga e se esgota.

Com a alma é diferente. A alma, por vezes, tem tanta fome, mas esta fome não vem de forma clara. É-nos vendida a ideia de que a podemos saciar com as coisas deste mundo, que perseguimos e nem sempre encontramos. E, por muito que encontremos, sem o pão dos Céus, não saciaremos a nossa alma.

Mas eis que o pão dos Céus está repartido e em cima da mesa. Qualquer que tiver fome, de graça pode comer. O pão dos Céus não se acaba e dá para todos. Que a fome da nossa alma seja para Ele e que a nossa certeza seja esta: seremos saciados.

Henrique Guerreiro

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Devocional – Quem dizem os homens que Eu Sou? 30/40

EU SOU O PÃO DA VIDA

“Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome… Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.”

João 6.35, 51

 DIA 30

Foi Jesus de Nazaré que, com uma singeleza brutal, afirmou: “EU SOU O PÃO DA VIDA”. Não foram, seguramente, poucas as cócegas que tal afirmação fez aos ouvidos dos demais. Ao ouvi-Lo, o orgulho de qualquer um ficou ebuliente. Imagino os trejeitos desajeitados dos ouvintes, não era para menos. Na verdade, essa era a intenção de Jesus: dilacerar o ego de quem O ouvia. Isto por amor!

Eles – os ouvintes presentes na altura – não são muito diferentes de nós: mudam as personagens e os cenários, mas o enredo é sempre o mesmo. Tanto é que, para nós (ou pelo menos para mim), é difícil ouvir alguém dizer: “EU SOU”! Taxamo-lo de presunçoso e o nosso orgulho impetuosamente quer impor-se: “eu também sou!” Assim é, desde os dias em que vivíamos no jardim do Paraíso, foi lá que o ser humano disse isso a Deus. Desde então, não há volta a dar! Não há como tapar o sol com a peneira. Não apouquemos a realidade: temos passado fome, e não é pouca. Fome de sentido. Fome de significado. Fome de realização. Fome de satisfação. Fome de plenitude. Não admira que, por muito que procuremos, aqui e acolá, satisfazer a nossa fome, tudo o que conseguimos é desenvolver uma espécie de bulimia.

É, temos procurado pão, mas temos comido pedras. Temos buscado degustar pão ázimo, mas temos agudizado o nosso “transtorno alimentar compulsivo”. Temos procurado satisfação, mas temos mergulhado nas profundezas da frustração do eu. É, é extremamente doloroso “calar” o nosso petulante eu e reconhecer que não somos nada.

Ouçamos e submetamo-nos Àquele que, em amor, encosta o dedo no nosso nariz e, compadecidamente, afirma: “EU SOU O PÃO DA VIDA”. Baixemos a guarda! Assumamos a nossa estrutura frágil e empoeirada (somos pó, recordas-te?), e alimentemo-nos diariamente do Pão da Vida.

Ele realmente é o único que É. Se nós somos alguma coisa, é pura graça d’Ele. Comamos do único pão que pode saciar a nossa fome de ser- o Cristo.

Ricardo Martins

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Devocional – Quem dizem os homens que Eu Sou? 29/40

EU SOU O PÃO DA VIDA

“Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome… Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.”

João 6.35, 51

 DIA 29

Jesus diz: “Eu sou o pão da vida.” Com esta afirmação, Ele ensina-nos acerca da necessidade de “pão”, que temos a cada dia, sendo Ele o suprimento dessa mesma necessidade.

No passado, Deus supriu a necessidade do povo, com o maná, agora, o Seu filho Jesus continua a missão, suprindo as nossas necessidades.

Como necessitados que somos, dependemos a cada dia desta relação íntima e profunda, precisamos de ser um n’Ele, para que sejamos pessoas saciadas, seguras e equilibradas.

Com a metáfora do pão, Jesus ensina-nos também o modo mais verdadeiro e cristão de amar o próximo.

Amar significa “fazer-se um”, com todos,” fazer-se um”, em tudo aquilo que os outros necessitam, nas coisas mais pequenas e insignificantes e naquelas que talvez não tenham importância para nós, mas que importam para os outros.

Jesus exemplificou maravilhosamente esse modo de amar, fazendo-Se pão para nós. Ele Se fez pão, para fazer-Se um, com todos, para servir, para amar todos.

Também nós, portanto, devemos fazer-nos um com Ele, para servirmos e amarmos todos.

O amor é isto, “fazer-se um”, de modo a que os outros se sintam nutridos pelo nosso amor, confortados e compreendidos.

Que hoje possamos parar, refletir e pedir que o Pão da vida nos alimente e crie em nós a necessidade de querermos ser alimentados, a cada dia.

Nelson Feijão

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Devocional – Quem dizem os homens que Eu Sou? 28/40

EU SOU O PÃO DA VIDA

“Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome… Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.”

João 6.35, 51

 DIA 28

O pão à mesa, algo tão primordial, cumpre verdadeiramente o seu propósito quando nutre e é partilhado com afeto. Por oposição, a necessidade de pão evoca-nos a insuficiência e a uma vida depauperada, onde alma e corpo comungam de algum tipo de fragilidade. Todos somos intimamente chamados a sentir ou a presenciar uma pobreza, que nos ensina acerca do acolhimento do Pai: a fome, a insuficiência, a finitude e as mais diversas fragilidades anseiam por saciedade eternal. Porque o pão não é simplesmente um sinal da Sua vontade de nos alimentar provisoriamente, Jesus inclina-Se para nós e, sem imposição, convida-nos a experimentar esse acolhimento, com profundo compromisso de ambas as partes – a dependência do faminto e a entrega perfeita do alimento.

Podem ser muitos os motivos pelos quais o nosso ser está desnutrido e disperso, e mais diversas ainda as formas através das quais tentamos compensar os momentos de vazio e angústia, mas este serviço de mesa não se esgota. É diário, vive em nós e é feito de Graça.

Inês Pires

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Devocional – Quem dizem os homens que Eu Sou? 27/40

EU SOU O PÃO DA VIDA

“Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome… Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.”

João 6.35, 51

 DIA 27

Mais até do que o estômago, a alma dá sinal várias vezes ao dia. Sinto-me ciclicamente esfomeado. Tenho apetites profundos que estão sempre a exigir alimento no imediato. O meu ser pulsa por gulodices várias, pelo que, se me distraio, rapidamente me intoxico. A ânsia por satisfazer o ego é de tal ordem que engulo (in)conscientemente muita porcaria. Entupo-me de lixo gastronómico, religioso, visual, sonoro, emocional e sei lá mais do quê. Sei-me um insatisfeito por natureza e felizmente Jesus sabe-o muito antes de eu ter essa consciência. Razão pela qual me chapa com a Sua Pessoa. Ele apresenta-Se como o “Pão que dá vida”, para que me dê conta que necessito d’Ele como nutrição básica. Sendo eu neto de cozinheira, que se assumia como uma broeira, tal era a sua perdição por pão, preciso de interiorizar a urgência de me alimentar d’Ele diariamente. Urge reconhecer que preciso d’Ele como do pão para a boca. É que n’Ele, segundo a Sua garantia, “nunca mais hei-de ter fome.” Jesus é o “pão vivo que veio do céu” para que, de acordo com a Sua humanidade, eu viva de bem com Deus, com os outros e comigo mesmo, isto é, plenamente satisfeito. Haja barriga e, sobretudo, coração para O entranhar!

Jónatas Figueiredo

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Devocional – Quem dizem os homens que Eu Sou? 26/40

EU SOU A VIDEIRA VERDADEIRA

“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor… Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.”

João 15.1,5

  DIA 26

Os ramos, naturais ou enxertados, são videira também! O convite de Cristo é para nos unirmos a Ele, numa mesma natureza e propósito. Ele não nos chama apenas para sermos servos, mas amigos! Tantas vezes, arrogantemente (com ou sem consciência disso!), desprezamos este convite tão honroso e optamos por nos relacionar com Deus, de uma forma meramente utilitarista e interesseira. Ele, pacientemente, espera por nós; espera que cresçamos e deixemos de ser infantis, neste sentido. A maturidade convidar-nos-á a morrer, sim, mas apenas para que, no processo, possamos encontrar vida plena e eterna.

Bruno Mira

acasadacDevocional – Quem dizem os homens que Eu Sou? 26/40

Devocional – Quem dizem os homens que Eu Sou? 25/40

EU SOU A VIDEIRA VERDADEIRA

“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor… Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.”

João 15.1,5

 DIA 25

Era durante o inverno, nos dias curtos e frios, que o meu pai voltava à vinha para os primeiros preparativos de uma nova colheita, que só aconteceria em setembro. Com os ramos das videiras ainda dormentes, era chegado o momento de fazer a poda. Era necessário remover tudo o que estivesse morto e com doenças, e tudo o que estivesse a mais. Era preciso fazer uma limpeza cuidadosa, mesmo dos melhores ramos, para garantir os melhores frutos, a melhor colheita.

Os ramos podem ser plantados diretamente no solo, podem desenvolver as suas próprias raízes, ter a sua própria vida e produzir o seu próprio fruto. Mas as videiras criadas a partir de ramos estão menos adaptadas ao solo e são menos resistentes às doenças que atacam as raízes. A sua vida é mais curta e produzem pouco.

Não é em vão o alerta de Jesus. Ele não despreza a nossa capacidade de produzirmos muito fruto. Uma vida ligada a Jesus, na Sua dependência, pode ser agora uma vida onde nos dispomos a ser podados, reduzidos à Sua imagem, a ser cuidados e a resistir aos males que nos mirram e impedem de frutificar.

Ligados a Jesus, numa permanência mútua, podemos agora produzir muito fruto. Evidenciamos isso amando Jesus, guardando as Suas instruções, amando os outros da mesma forma que Ele nos amou. Já não vem de nós, mas nasce da força e da sabedoria que recebemos de Jesus. A colheita que estávamos longe de sonhar, quando estávamos apegados a nós próprios, ao nosso orgulho e à nossa vaidade, essa colheita, Jesus coloca-a ao nosso alcance.

Somos ramos implantados em Jesus? Estamos a produzir o fruto que Ele descreve? Estamos a amar as pessoas à nossa volta, da mesma forma que Ele nos amou?

Ajuda-nos a…

… perdoar como perdoas,

… amar como amas,

… ser como Tu!

 

João Duarte

acasadacDevocional – Quem dizem os homens que Eu Sou? 25/40