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‘Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades’, dizia Camões. A insatisfação do ser humano parece permanecer, no entanto.
Vivemos num mundo onde parar é morrer e onde viver é correr: atrás do tempo, atrás do prejuízo. Correr sem fim à vista, de forma desenfreada, sempre em busca de algo mais. Na era do algoritmo e da inteligência artificial – tecnologia que supostamente nos deveria trazer mais conforto e liberdade – estamos cada vez mais presos a esta forma de pensar. Desdobramo-nos para corresponder às expectativas de uma sociedade onde tudo se quer instantâneo; onde uma pausa no nosso ritmo se tornou um luxo.
As Escrituras ensinam-nos, no entanto, que o “parar” nos momentos certos é tão importante como o “correr.” Tanto somos exortados pelo Apóstolo Paulo a prosseguir para o alvo (Filipenses 3:14) como por Jesus a encontrar um lugar remoto e n’Ele descansar (Marcos 6:31). Tão essencial é esta pausa nas nossas vidas que até Deus, que não sente cansaço ou fraqueza, nem padece de “stress” ou “burn-out”, “descansou” depois de criar todas as coisas, bem como ‘abençoou o sétimo dia e o santificou’ (Génesis 2:3), indicando assim a importância do repouso no seu devido momento.
Como é possível, então, viver no ritmo da graça quando rodeados pelo caos e frenesim de um mundo caído? Como entrar no ritmo do Éden, aquele compasso primordial em que a Criação se encontrava completamente satisfeita e em que o próprio Criador “descansou”? Como encontrar essa plenitude de Génesis e resistir à pressão de uma sociedade pós-moderna que só valoriza a corrida e a realização ignorando a necessidade de parar e de meditar no que foi realizado?
Estes são os desafios que iremos abordar no próximo Switch, que conta com a participação de três convidados especiais: os pastores Alfredo Abreu, Jónatas Figueiredo e Tiago Alves. A entrada é livre – só tens que submeter a tua inscrição!
Contamos contigo para fazeres uma pausa no ritmo da tua semana e estares presente dia 9 de maio a partir das 19h30.
